Encontro e reencontro de 27.08.2017 no Instituto Ivoti (outrora Escola Evangélica Ivoti).
Um momento para retornar no tempo e voltar para os mesmos espaços.
Oportunidade para rever pessoas que fizeram parte da nossa juventude. Desconhecidos,
até se tornarem colegas de classe, ou que promoveram nossa alimentação e higiene, ou
que nos proporcionaram a cultura para a vida.
 
Todos convidados.
 
OBSERVAÇÃO: Endereços e/ou telefones para refeições fora do refeitório do Instituto - gentileza consultar a Página do Facebok do Aexeei Ivoti.
 

 
TURMAS JUBILADAS E SEUS COORDENADORES
 
 
 
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EEI, NUNCA ESQUECI DE TI
 
 
Inicialmente gostaria de agradecer ao ex-colega da EEI, Vanderlei Brissow, pelo convite para que fizesse meu relato pós Escola Evangélica Ivoti. Na verdade, tive a felicidade de vivenciar duas passagens por esta escola. Sou e serei eternamente grato por tudo o que ela me proporcionou em minha formação de vida religiosa, ética a profissional.
 
Ingressei no curso TIPT (Tradutor Intérprete com pré-teológico – “Olá professor Chico”) em 1981 e lembro-me do nome de todos os colegas com os quais estudei por dois anos na mesma sala e tenho amigos até hoje. Resolvi “repetir” o 2º ano e ingressei em outra turma da qual também tenho boas lembranças e, em 1984, então, concluí o curso pré-teológico. Não encontro as palavras exatas para expressar a magnitude de gratidão que sinto por tudo que a EEI me proporcionou, nessa época, seja através da convivência no internato, GEGA, excursões artísticas, funcionários, professores, “Reúnas”, trompete, bandinha, coral e orquestra, (“obrigado Professor Bencke”). Fui para a faculdade de teologia em 1985 e permaneci até 1986, quando retornei a Xingu, hoje município de Novo Xingu e resido até agora. De 1986 a 1992 permaneci no distrito de Xingu, desenvolvendo as mais diversas atividades, incluindo bandas musicais para animar bailes e festas.
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É com satisfação que, tendo encontrado o site da AEXEEI, posso manter contato com a Escola Evangélica de Ivoti, atualmente Instituto de Educação Ivoti.

Para minha felicidade o atual Diretor, Sr. Ruben Werner Goldmeyer, foi diretor do Colégio Guilherme Rotermund, em Crissiumal-RS onde fiz a 8ª série em 1978.

Estudei na EEI de 1979 a 1981, quando mudei de Crissiumal para Cascavel-PR, onde fiz o curso de Letras na Fecivel, o qual não terminei.

Em 2004 resolvi retornar a estudar e iniciei o curso de Administração de Empresas com enfase em Marketing, me formando em 2007, na atual UNIOESTE- Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Atualmente, sou funcionário do Banco do Brasil S/A no qual ingressei pelo concurso prestado em 1999, sendo efetivado em 21/09/2001.
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Senhor Diretor, o Sr se lembra de mim? Passei pela EEI no período de 95 a 97. Faz um tempinho... Tenho pensado muito naquela época... Às vezes fico tentando imaginar como estão, o que fazem os ex-colegas, amigos, professores... Hoje decidi fazer uma busca e ver como estão "as coisas" em Ivoti. Fiquei surpresa e muito feliz por ver um vídeo do Senhor dando uma entrevista sobre o internato. Surpresa porque pensava que o senhor tivesse se aposentado, feliz por te ver tão bem, forte e ainda contribuindo com a formação de milhares de pessoas que passaram, estão passando e ainda passarão pelo IEI.

Sabe Diretor, gostaria de poder voltar no tempo e fazer tudo diferente! Gostaria de não ter sido a "guria rebelde", a do contra, que vivia brigando com os sistema... Gostaria de não ter me envolvido com algumas amizades e prezado melhor outras, de não ter namorado ou de não ter perdido tanto tempo sofrendo por "amor". Queria poder fazer quase tudo diferente!

Acredite o Senhor que ainda não consegui terminar o Ensino Superior. Tive oportunidades! Mas acabei desperdiçando e agora, mãe de família, tento recuperar o tempo perdido... Mas o tempo não volta...

Interessante que eu queria ter permanecido em Ivoti. Mas fui obrigada, literalmente, a voltar pra casa. Minha mãe me deu duas escolhas: voltar por bem ou pelo poder da polícia. Já tinha até alugado uma casa com a Dani, tínhamos feitos planos... Mas a vida me reservava outras experiências...
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Sou Miriam Léa Strauss Foesch, natural de Crissiumal-RS. Estudei na EEI de 1995-1997. Fui da última turma do curso TI (Tradutor e Intérprete).

Há quatro anos moro em Porto Alegre com minha filha Eduarda Laís. Sou funcionária pública, trabalho com Administração Escolar há sete anos.

Falar da EEI (ainda era esta a denominação na época) me emociona. A EEI fez TODA a diferença na minha vida. Grande parte do "ser humano" que sou hoje, devo aos professores, funcionários desta Instituição. Na época, adolescente, não tinha ciência da poderosa ferramenta (EEI) que estava ao meu dispor. Digo isso porque hoje (14 anos depois), ainda acho que poderia ter aproveitado muito mais o que, na época, a EEI tinha a oferecer! Essas palavras podem soar um pouco melancólicas, mas o fato é que, hoje, com uma filha de 11 anos, me vejo novamente em uma sala de aula, e com muitíssimo gosto! Atualmente faço Curso Técnico em Guia de Turismo no IFRS Campus Restinga e pretendo seguir na área. Área em que poderei colocar em prática todo o conhecimento, principalmente de idiomas, que adquiri na EEI. Para finalizar, gostaria de agradecer a TODOS os professores (inclusive os plantonistas, dos quais lembro muito bem, he he) deixando um forte abraço e dizer que, o que vocês fazem pelos filhos que não são os seus, isso realmente é Divino!
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Fazendo um trabalho da minha especialização o qual tinha como objetivo escrever a minha trajetória de aluna, relembrei de muitas coisas vividas e aprendidas nos tempos de Ivoti.

Portanto, estou escrevendo para refazer o contato de ex-aluna, e aproveito para dizer que atualmente sou professora do IFRS na cidade de Rio Grande, na área de eficiência energética, lecionando disciplinas de desenho arquitetônico, arquitetura bioclimática e conforto ambiental.

Sou formada em arquitetura pela UFPel, e antes de me dedicar à docência trabalhei como arquiteta por cinco anos na cidade de Pelotas. Estudei em Ivoti de 1995 a 1998 e tenho grande recordações desta época.
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Sou Tiago Sidnei Bieger, natural de Tunópolis, SC. Cursei magistério no IEI no período de 1999 a 2001. Como a maioria, posso dizer que, se tenho uma história (ou várias) de vida, vários capítulos dela tiveram como palco Ivoti. Certamente os mais memoráveis. No GEGA tive a oportunidade de exercer as minhas primeiras responsabilidades "formais", pois já no primeiro ano, convidado pelo Rodrigo Ulrich, integrei a equipe do Departamento Recreativo, sendo um dos responsáveis pelas sessões de filmes (VHS) nos finais de semana. No segundo ano, convidado pela Josiane Richter e pelo Marcio Gerhard, integrei o Departamento de Comunicação e Divulgação. Era o responsável por fotografar os eventos do GEGA, como reúnas, campeonatos e gincanas. Comprava o filme e revelava as fotografias uma vez por mês. No terceiro ano, convidado pelo Thiago Josué Dresch (Padeiro), fui convidado para ser o diretor do Departamento Esportivo. Basicamente, nossa equipe organizava os torneios e campeonatos e cuidava do material esportivo que os alunos utilizavam durante as horas de folga.

Em 2001 tive meu primeiro contato com o trabalho voluntário. Formamos um grupo que o Professor Lório batizou de "Ki-sucos". O objetivo da nossa "existência" era auxiliar em "forças-tarefa" corriqueiras na escola e comunidade. Nesse mesmo ano, tive o indescritível prazer de compor a equipe da Excursão Artística, que nos oportunizou conhecer diversas cidades do Rio Grande do Sul, entre elas, Teutônia, Poço das Antas, Imigrante, Igrejinha, Bom Retiro do Sul, entre outras.
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Olá! Sou Ana Carla Alves de Carvalho, tenho 27 anos, sou de Rio Negrinho - SC. Cursei o Magistério no IEI de 1999 à 2001 (quando entrei ai, ainda se chamava EEI - Escola Evangélica Ivoti) e morei nas moradias escolares! Hoje posso falar com certeza absoluta que foram os melhores anos da minha vida!!! Tristezas, alegrias, conquistas, decepções, saudades e muito aprendizado, não só na educação, mas aprendizado de vida!!

Bem, hoje moro em São Bento do Sul - SC, sou casada, estamos planejando um baby, sou vendedora de automóveis e principalmente, sou feliz demais!
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Meu nome é Everton Ruschel, tenho 28 anos e sou natural e Mondaí, SC. Desde pequeno sempre tive atração pela informática e sempre sonhei em trabalhar com isso algum dia. Saí de casa aos 17 anos, depois que me formei no ensino médio. Fui para o Mato Grosso, São Paulo, mas não me adaptei muito bem. Então resolvi ir morar para o Rio Grande do Sul, em Dois Irmãos. Morei 7 anos nesta cidade trabalhando em fábrica de calçado. Neste período me inscrevi no Curso Técnico em Informática e me formei no ano de 2007. Foi muito sofrido, pela correria do deslocamento, do trabalho, enfim...
 
Mas nunca pensei em desistir. Hoje não me arrependo de nada, das noites de frio, de ir para o colégio sem jantar, de dormir tarde e acordar muito cedo, etc... Realizei meu sonho de criança e hoje trabalho na minha cidade natal, junto da minha família, com uma situação financeira satisfatória e com muito amor pelo que faço. Resumindo: posso dizer que estou muitíssimo orgulhoso por ser ex-aluno do Instituto de Educação Ivoti.
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Fazer a diferença! Esse sempre foi meu lema. Com esse objetivo em mente é que retornei aqui para a região Norte do Mato Grosso, mais expecificamente para Aripuanã. Uma região carente de mão de obra e com muitos desafios a serem superados.

As distâncias são grandes, as estradas são ruins, as carências também são muitas. É por isso que toda e qualquer ação aqui desenvolvida é sempre bem vinda. O trabalho é cansativo, mas gratificante.

Atualmente trabalho na Secretaria de Educação do Município de Aripuanã/MT. Sou coordenador das séries finais do Ensino Fundamental. Minha tarefa é encontrar novas formas (adequadas a realidade local) de desenvolver o processo de ensino/aprendizagem nas escolas da rede municipal e estadual. Não é uma tarefa simples, visto que temos escolas que ficam distantes a 180 km e mais três horas de barco pelos rios da Amazônia.

A clientela destas escolas é composta por povos ribeirinhos que dependem dos rios para encontrar o seu sustento e a sua sobrevivência. São famílias inteiras cuja a fonte de alimento é o peixe e a farinha de mandioca. Sempre quis ir para o Continente Africano desenvolver trabalhos voluntários. Porém, descobri que não preciso ir tão longe. Aqui mesmo em nosso país tem muito a ser feito.

Também coordeno o projeto GESTAR II (projeto de formação continuada do Governo Federal) na área de Língua Portuguesa. Sou secretário do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Como podem ver aqui tem muito trabalho a ser feito e qualquer material, sugestões e até mesmo um olhar mais perspicaz sobre a região será bem vindo.
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